Thursday, June 18, 2015

Fotos que andam perdidas no meu telemóvel - Maio





dia 2

dia 3
dia 6
dia 13 - casa nova, quarto de brincar novo

dia 16

dia 17 no aniversário da Sofia
dia 18

dia 23 em casa da avó


dia 24 no aniversário da mamã
dia 26
dia 30

dia 31

Coisas que eu já faço - 13 meses

O tempo passa mais rápido do que eu queria! Todos os dias penso em registar no blogue, apenas porque tenho a certeza que um dia vou adorar reler todos os meus relatos sobre o Gui, as peripécias passadas e os medos da altura...sei, por experiência, que nada me dá mais prazer do que depois poder reler as minhas próprias palavras e viajar no tempo!

mas esse tempo é implacável e entre viver as coisas com o Gui, ou escrever, prefiro viver...e o blogue vai ficando para último plano.

O Gui já tem 13 meses e meio...e é tão estranho ele já ter 1 ano. Já posso dizer coisas como "o Gui já tem 1 ano e quase 2 meses" e quase me custam a sair essas palavras.

Aquelas coisas que ouvíamos antes de ser mães tipo "o amor é avasslador, amamamos sempre mais...bla bla bla", pronto, é isso. é tão isso. às vezes dou por mim a olhar para ele e a sentir, nesse preciso instante, o meu amor por ele crescer. pensamos que podemos não amar mais, mas há sempre mais.

e só para que um dia a minha memória não me falhe, vou registar algumas das coisas que o Guilherme faz neste momento.

* Devora livros, tem sido uma constante mas cada dia é pior, por ele só brinca quase com livros, pega neles, tenta folhear e entrega-nos o livro e diz "dá", do género, lê. Senta-se muito direito, mete uma mão sobre a outra e fica à espera. Por outro lado, adora livros com pop ups, e coisinhas para levantar e descobrir, podia estar horas nisso. Quando não lhe quero ler um livro e lhe digo não, ele vem com ele na mãe mete mesmo em frente à minha cara, às vezes chega a bater-nos com ele na cara!

* depois dos livros vem a bola, aprendeu a dizer e é uma das suas primeiras palavras "bólha". Sempre que vi uma grita "bólha". Sempre que vê uma bola num livro também manda um pontapé no livro e diz "bólha"

* diz "não" com a cabeça para tudo o que não quer. "tens sono Gui?" e ele prontamente faz não com a cabeça.

* diz "nao ha" e aponta com as mãos para trás das gostas, numa vozinha fininha, com um ar miserável, demais.

* pede pão a todaaaaaaaaa a hora! se tiver broa, atira logo o pão para o chão e prefere a broa.

* come uma banana inteira sozinho, vamos puxando a casca para baixo e ele vai comendo <3

* já consegue caminhar sozinho, mas continua a fazer fitas, se possível vai de gatas e quando dizems para ele vir em pé ele começa a reclamar.

* passa o dia a meter-se de cabeça para baixo, assim:


* sempre que vê um creme, mete nos dedos e espalha no corpo dele ou no no nosso

* adora que lhe perguntem "quem é o maior?" e levanta os dois braços todo feliz

* imita todos os animais, sempre que vê um num livro, ou na rua, começa logo a fazer o som. Quando vê cães é quando mais reage e chega a atirar com a cabeça para a frente, nunca conseguimos bem perceber o porquê.

* já bebe por palhinhas

* quando quer agua diz "aaahhhhh" num som de satisfação (também conta para piscina, mar...)

* continua a chamar "tá" aos patos, agora passou a chamar a tudo o que tem bico ou asas, vê um pássaro e começa logo "tá"

* não quer comer nada novo. come super bem e aceita tudo o que já comia mas quando lhe damos coisas novas faz cara feia e não come. Fico doida, não quer cerejas, pêssego, melão, melancia...

* também tem coisas menos boas. Quando está irritado começa a bater-nos na cara...ainda não conseguimos contornar isto, estamos numa de ignorar e tentar desviar a atenção dele para outra coisa, mas em momentos de pressão também lhe ralhamos, o que faz com que ele faça ainda pior.

* na creche também faz o mesmo, se uma cabeça passa perto, puxa os cabelos... dizem-nos que é só uma fase

* faz birras. quando é contrariado, senta-se e atira a cabeça para trás num choro sem lágrimas.

* começou a adorar peluches e não larga o seu cão





* adora fazer rabiscos com lápis de cera





e muito, muito mais... todos os dias descobre mais uma que nos deixa a rir!

és tudo isto e muito mais Guilher e se eu pudesse, filmava-te 24h por dia para um dia poder de novo reviver estes momentos.

Wednesday, May 20, 2015

A(s) Festa(s) de aniversário do Gui!

Tem sido impossível ter tempo para deixar as novidades do BabyGui! Nem acredito que ele já tem 1 ano, a festa já passou, as festinhas dos nossos babyamigos também...foi tudo tão rápido, mas tão bom!

Adorei preparar a festa do Gui, pensar nos pormenores, decidir as cores, comprar algumas coisinhas para ajudar na decoração...deu imenso trabalho mas fiquei de coração cheio quando vi o resultado final e a sala cheia das pessoas que nos são mais queridas.

Tivemos bastante ajuda a preparar tudo, a ter ideias e principalmente na cozinha.  O papá fez todos os cartazes da festa, as fotos foram tirados pelo nosso amigo +Luis Silva  e são lindaaas, uma das muitas ideias da Tia Caty foi colocá-las nos balões e eu fiquei maravilhada quando vi o resultado! A comida foi feita pelas avós e bisavós (as sobremesas nos copos ficaram exactamente como eu queria), as bolachas decoradas também foram da tia Caty e os Cupcakes da tia Andreia. Os bolos foram imaginados por mim e exacutados na perfeição pela +Gema de Ovo, melhor seria impossível.

Deixo-vos algumas fotos do evento :)















As bandeiras e coroa feitas por +Caracolinha Linha 







Tivemos também uma mini festinha na creche, o Gui adorou quando lhe cantaram os Parabéns pela primeira vez.



Fiz a receita de queques da Na Cadeira da Papa e foram um sucesso!





Ainda cantámos os Parabéns mesmo no dia do aniversario, já que a festinha foi só no fim-de-semana.
 










Tuesday, April 28, 2015

um ano.




Esperei e ansiei por ti mais do que tudo na vida. Primeiro os longos meses. Depois os dias. As horas. Os minutos.
Quando chegou o dia de te conhecer aconteceu tudo como num filme. Dia 28 de Abril de 2014. Eu e o teu pai unidos como nunca. Mãos dadas. A medo, mas prontos para te receber. Revejo os passos todos, em câmara lenta. Fechei os olhos. Fiz força, tanta força. Pensava em ti. Pensava em tudo o que queria fazer contigo quando te visse pela primeira vez. Só queria que corresse tudo bem, que a minha primeira missão fosse cumprida. Trazer-te ao mundo. Nunca mais ias ser tão meu, pensava. Ias ser do mundo onde te ia colocar naquele dia. Carreguei-te em mim 39 semanas e 3 dias, dentro de mim, e ia trazer-te para fora de mim para te conhecer o rosto, o cheiro. A mão do teu Pai sempre na minha. As palavras que queria ouvir. Os sorrisos. As lágrimas.
Esperei mais. Os minutos que parecem horas. Ouvia-te ali tão perto já fora de mim. Nunca senti um vazio tão grande. Toquei na minha barriga, recordo esse toque como se fosse hoje. Vazia de ti. Só te ouvia chorar ao longe e o meu coração nunca bateu tanto, tão rápido.
A imagem mais nítida que guardo é o teu pai contigo ao colo. Quase 40 semanas a imaginar aquele dia, a sonhar com o teu rosto e foi tudo tão diferente, tão espontâneo, tão difícil ao mesmo tempo. O teu pai estava ali. De pé. A sorrir e a chorar. E tu. Tu tão pequeno. Tão indefeso. De repente vi-vos e achei que o meu mundo era outro. Tão diferente. Aconteceu tudo tão rápido. Somos três. Tentei repetir várias vezes o número para que entrasse em mim. Eu era mais Mãe. Ele era mais Pai. E tu o nosso Filho.
O teu Pai deitou-te no meu peito. Alguém diz na sala de partos que era o cenário mais bonito do mundo. O nosso filho era todo ele lágrimas dos dois. E eu tinha tantas dores. Tanto cansaço e só queria sentir-me melhor para viver contigo aquele momento. Pensava naqueles textos de mães que dizem que o momento é perfeito. E sentia culpa. Porque não era o momento perfeito. Cansaço. Dores. Só queria sentir-me bem para ti. E nesse momento quis voltar atrás, quis voltar a meter-te dentro de mim. Quis esperar mais. Guardar-te em segurança. Ter-te mais para mim, esperar para estar pronta.
Fomos para o quarto e mamaste pela primeira vez. E veio o primeiro cliché de muitos que se seguiriam. Era bom ter-te ali tão perto de mim. Alimentar-te. De repente era como se fosses só meu novamente. Depois vieram ver-te, entraram e eu vi mais lágrimas e sorrisos, percebi o quanto todos te amavam já. E senti um aperto. O amor que eu achava ser só meu era de tantos. Tanta sorte que tu tens. Tanto amor para ti. De tanta gente. Todos te querem tanto.
Nessa primeira noite via o teu Pai pegar-te, tão leve, tão feliz, tão rápido e sentia inveja, porque me sentia presa à cama com dores. E eu queria mais. Queria pegar-te e rodopiar pelo quarto contigo. Cantar-te uma música. Abraçar-te até me doerem os braços. Queria dizer-te tudo o que me ia na alma. Queria saltar de alegria. Correr pelos corredores e dizer que eras meu. Mas não podia. Só queria dormir, mas nunca mais dormi até hoje.
Chorei.
E chorei muitas vezes nos dias seguintes. Fomos para casa. A nossa casa. Aquele quarto era teu. A tua cama. Estavas ali. E era tudo tão estranho. Era amor, tanto amor. Mas amor que faz doer. Um amor para o qual eu não estava preparada. Amor é felicidade mas este amor é outro amor. É um amor que dói. Que nos faz pensar o mundo inteiro de uma só vez.  Sempre que olhava para ti a dormir no meu colo sentia um aperto. Como poderia proteger-te de tudo? Nunca pensei que seria possível querer mais a alguém do que tudo o que conhecia até ao momento. Mas foi. Contigo foi. E foi amor e dor e medo e culpa e cansaço e confusão.
Todos os dias foram melhores e essa a parte mágica de sermos pais. Os dias passam e sentimos cada vez mais amor. Mais felicidade. O parto vai-se desvanecendo. Aparecem só as coisas boas. Os momentos bons. O amor avassalador.
1 ano. 1 ano de ti. 1 ano como Mãe. 1 ano de Pai. 1 ano a três que mais parece uma vida. A nossa vida sem ti de repente fica ofuscada. Olho para as fotos e parecem há uma eternidade e ao mesmo tempo parecem ontem. És tu. Tu baralhas os dias, roubas o tempo, a nossa vida decorre por ti. Em ti. E não queremos nunca mais que seja de outra forma.
Foi o ano mais incrível. A maior das aventuras da vida é esta. Só pode ser esta. Nunca chorei tanto. Não sabia que podíamos chorar de amor. Chorar porque te ris pela primeira vez. A tua gargalhada é o som mais incrível. É o som que cura tudo. Que me cura a alma. Que me sossega. Podia passar o dia a olhar-te enquanto te ris. Ver-te brincar, explorar o mundo. Conhecer-te todos os dias mais. Mais da tua personalidade. Dos teus medos. És o nosso maior desafio. A nossa prova maior de amor. És o que nos move dia após dia. Ensinas-nos tanto, todos os dias. Aprendo contigo mais do que numa vida inteira que ficou para trás. Sou Mãe. Mas mais importante, sou a tua Mãe. Tua. E é para mim que estendes os braços. Todos os dias despertas novos sentimentos em mim e tens um poder que me assusta, como não me deixar enfeitiçar por ti? Tu disseste “mamã” pela primeira vez e eu caí, em queda livre, tem tanto de assustador como de bom.
Obrigada por este ano. Por me fazeres uma pessoa tão melhor. Por despertares o melhor de mim, por me fazeres ir buscar os meus melhores instintos. Todos os dias és mais independente. Dás um passo em frente que nos faz tão felizes e que me deixa um aperto maior. Saíste de mim. Deixaste de te alimentar através do meu corpo. Soltas-me a mão para agarrares o mundo. E quero e não quero.

Todos os dias adormeces de mãos dadas connosco. E eu só queria que fosse sempre assim. Porque a minha mão estará para sempre dada com a tua. És a extensão de nós os dois filho. És a minha vida. Parte de mim. O meu mundo.

Parabéns meu amor. Meu Pico. Meu babyGui.
Da Mãe.

Thursday, April 16, 2015

O que ando a comer - Vitela com legumes




Gostam?

o meu novo centro de mesa...fica bem, não acham?







A diversão do momento é despejar e depois voltar colocar os legumes  no cesto um por um, tão bom!

Também começou a divertir-se a empilhar cubos e a carregar em botões pequenos. Outra coisa engraçada é que esconde os brinquedos em todo o lado, atrás de móveis, gavetas, no mudador. Fico a observá-lo e ele está super empenhado em esconder o melhor possível, e depois vai ver se lá está e ri-se...

Todos os dias faz uma nova descoberta! Será que tanta coisa nova o impede de dormir? Porque as noites andam assustadoramente horríveis (e curtas)!