Friday, November 26, 2010

The Social Network




"What are you doing?"
"Checking in to see how it's going in Bosnia."
"Bosnia? They don't have roads, but they have Facebook."


Gostei.

Wednesday, November 24, 2010

better together

porque és sempre mais do que eu posso esperar. dás-me sempre mais do que eu mereço. consegues, ao mesmo tempo, fazer transparecer o melhor e o pior de mim mesma. mostras-me quem eu sou por inteiro, deixas-me nua, transparente, desprotegida, exposta. fazes-me querer ter-te para sempre porque tenho medo que leves parte de mim contigo. tens tanto de mim em ti que por vezes pertenço-te mais do que a mim mesma, eu esqueço-me de quem sou. tu nunca te esqueces de mim.

obrigada por estares, quando tudo o que deverias fazer era partir.
obrigada por hoje.

sou tua. não tenho nada de mim que não te pertença já.
"Vamos prometer um ao outro...que foi a ultima vez."

Tuesday, November 23, 2010

I don't have a Breaking Point

há mãos que não se dão...que não encaixam uma na outra. podemos entregar o corpo, devorar um beijo, sentir de perto alguém mas quando se dão as mãos, sabemos sempre se encaixam uma na outra. eu e tu sabemos isso. que as nossas mãos não se dão.

Thursday, November 18, 2010

Estou farta que...

não possa estar uma dia mais calada que vem logo toda a gente perguntar o que se passa! Sim, também tenho dias em que estou mal disposta!

Autumn



photo by http://lonelypierot.deviantart.com/


Sempre detestei o Outono. Pela primeira vez, está a saber-me bem este tempinho frio...ouvir a chuva durante a noite...andar com o casaco e cachecol atrás...
há coisas na nossa vida que mudam de um momento para o outro, e é incrível a forma rápida como nos adaptamos.

Wednesday, November 17, 2010

"muitos dos bons momentos que vivemos, começam com discussões. porque prefiro fazer uma birra, do que dizer o quanto te quero. acabamos frente a frente, rodeados de cheiros que conheço há pouco tempo mas que já identifico, num espaço que não me (nos) pertence. há algo de espontâneo entre nós que me fascina. despedimo-nos como se não nunca mais nos fossemos cruzar. aperto-te contra mim para que fique algo de ti em mim. trocamos partes de nós mesmos, mas não nos damos um ao outro, isso nunca. preferimos fingir discussões. preferimos fingir que tudo são momentos. e conseguimos sempre sorrir."

Bom dia...

Curiosamente, tenho acordado sempre bem disposta! E ainda há quem diga que eu tenho mau feitio...

Monday, November 15, 2010

tell me a lie

quero ouvir as tuas mentiras, fazes-me sede de ti e das tuas mentiras sussurradas ao ouvido. enrolas-me entre uma mentira e outra e eu transformo-as em palavras doces e juras de amor. prefiro as tuas mentiras às tuas verdades. gosto de ti assim, entre mentiras que trocamos e que de tantas vezes repetidas, se tornam verdades. uma verdade boa.

Saturday, November 13, 2010

Peças

detesto quando se está a construir um puzzle e de repente, uma peça que parece encaixar exactamente naquele sítio, não se ajusta. tentamos e tentamos, forçamos a peça a entrar porque nos parece perfeita para aquele espacinho em branco... as cores são as mesmas, a forma assemelha-se...porque não a conseguimos encaixar? por momentos até parece ficar bem, então afastamo-nos e olhamamos para o puzzle quase completo, quase perfeito, acabando por compreender que é inutil manter aquela peça num sítio que simplesmente não lhe está destinado.
temos de aceitar...há peças que nunca vão encaixar no puzzle...se procurarmos bem no meio de todas as outras peças, ela até poderá aparecer. talvez até possa estar perdida no fundo da caixa...mas, muitas vezes, a peça nunca aparece.teremos que viver com o puzzle incompleto e é preferível do que desmanchar, vezes sem conta, o mesmo puzzle...e nunca aceitar que ele fica muito melhor sem aquela peça.

vou aprender a viver sem uma peça que não me é essencial... e admitir, de uma vez por todas, que ela apenas estava a estragar o puzzle completo.

Wednesday, November 10, 2010

Lições de vida

quero querer-te como quem quer um capricho sem importância, mas quero que me queiras por inteiro. quero usar-te como quem usa um brinquedo e põe de lado, mas quero que me queiras com todas as forças. quero tocar-te fugazmente, mas quero que me agarres e que me prendas. quero que me queiras mas quando queres eu não te quero. quero-te sem te querer, e quero que me queiras sem quereres. e não nos queremos. e queremos.
um jogo destes só tem um final, ambos perdemos. e no fim, sobra apenas um vazio que nos ensina, uma vez mais, que tudo o que queremos muito...acaba por nos magoar.