Sunday, February 21, 2010
Amanhã
Chegou o grande dia... a menos de 12 horas de começar o estágio, de começar a acordar cedo e a ver o meu leque de assuntos reduzido a um só tema!
Friday, February 19, 2010
Adoro pessoas que...
colocam fotos dos seus filhos no facebook, não uma foto ou outra, mas centenas e ainda por cima com que imagem de fundo imaginem lá? Claro, do seu colégio.
Já agora, porque não deixam também um anexo com os horários dos filhotes e dos papás? A cidade já está explícita no perfil... pronto, é tudo muito mais fácil!
Já agora, porque não deixam também um anexo com os horários dos filhotes e dos papás? A cidade já está explícita no perfil... pronto, é tudo muito mais fácil!
Tuesday, February 16, 2010
Descobri que...
não suporto o frio! Depois de um fim-de-semana passado com um máximo de 0 graus de temperatura, apercebi-me que o meu único tema de conversa passou a ser o frio que sentia...
Hoje, com 14 graus, penso que é Verão!
Hoje, com 14 graus, penso que é Verão!
Thursday, February 11, 2010
Monday, February 08, 2010
Help!
Sunday, February 07, 2010
Coisas que sabem mesmo bem...
é ir dar uma volta a pé pela terrinha e tomar um café e olhar as pessoas que não encontrava há tanto tempo.
adoro esta rotina dos Domingos de manhã na companhia da Mãe.
adoro esta rotina dos Domingos de manhã na companhia da Mãe.
Thursday, February 04, 2010
a que chamamos saudade...

A vida é recheada de momentos que tentamos (inutilmente) imortalizar com fotografias. Agarramo-nos a uma imagem ansiando que ela dure assim para sempre, com o mesmo sorriso e com as mesmas pessoas que amamos, pertinho de nós. No final, folheamos o papel (já) envelhecido nas nossas mãos também sentidas pelo tempo, e o máximo que conseguimos é um ténue sorriso, perto daquele que olhamos nas mãos, e uma dor forte... a que chamamos saudade.
and they lived happy ever after
Tuesday, February 02, 2010
Nostalgia
Saturday, January 30, 2010
(curto) Passado
Mas quem se ousa criador deste jogo, o jogo mais macabro jamais criado? Somos quais animais que se devoram em sobrevicência, quais feras sedentas, vendemos por aí o pouco que nos resta que ainda nos distingue e venderíamos até a alma, ousaríamos vender-nos em troca de nada e viveríamos animalescamente (se não vivemos já?). Observamos astutamente o que nos rodeia e cheiramos, de olfacto apurado, em busca de vida. Todos querem mais vida, mais tempo...o que ainda não podemos comprar. (ouvi dizer que já se vende tempo). O mais deprimente é ver como nos tornamos predadores sangrentos quando se trata de prolongar a estadia por estes lados, é ver-nos vender em cada esquina por mais uma réstia de tempo, é julgarmos que levamos para a terra coisa alguma daqui. Mas, tal como em vida, vamos acabar devorados por animais, do modo mais grotesco imaginável, sem escapatória.
Assusta-me morrer vazia. O que mais quero levar, são a única coisa que nos é permitido, as lembranças.
Meia dúzia de moedas não me compram, quem me compra facilmente são as pessoas de quem gosto, às quais me ligo sedenta tentando, desesperadamente livrar-me do meu lado animal que me impesta enquanto durmo. As ligações que crio, ninguém as pode destruir, como podem a tudo o resto. Chamem-me louca ou antiquada, antes isso que carcaça oca, antes isso que morrer sem nunca ter vivido. Apesar do aperto que deixa, é bom recordar o meu (curto) passado, sabe bem, sacia-me. E dói não conseguir agarrar com mais força, permanecer mais tempo nos momentos bons, nos momentos felizes que, inevitavelmente, nos escapam por entre os dedos.
Quero viver mais.
Obrigada por termos estas conversas* (e por fazeres parte realmente).
Assusta-me morrer vazia. O que mais quero levar, são a única coisa que nos é permitido, as lembranças.
Meia dúzia de moedas não me compram, quem me compra facilmente são as pessoas de quem gosto, às quais me ligo sedenta tentando, desesperadamente livrar-me do meu lado animal que me impesta enquanto durmo. As ligações que crio, ninguém as pode destruir, como podem a tudo o resto. Chamem-me louca ou antiquada, antes isso que carcaça oca, antes isso que morrer sem nunca ter vivido. Apesar do aperto que deixa, é bom recordar o meu (curto) passado, sabe bem, sacia-me. E dói não conseguir agarrar com mais força, permanecer mais tempo nos momentos bons, nos momentos felizes que, inevitavelmente, nos escapam por entre os dedos.
Quero viver mais.
Obrigada por termos estas conversas* (e por fazeres parte realmente).
Thursday, January 28, 2010
Sabem qual a melhor forma de perceberem que cresceram mentalmente?
é estarem com uma amiga que não encontram desde os tempos de secundário e perceberem que afinal, seriam incapazes de continuar a trocar mais que duas frases com ela. Pergunto-me, hoje, qual seria o nosso elo de ligação na altura, porque agora eu sei... Absolutamente nenhum.
Wednesday, January 27, 2010
Ciúmes
Os ciúmes consomem, são cegos, são ridículos até. Por vezes, no meio de tantos ciúmes esquecemo-nos de pensar em nós próprios.
Hoje, ouvi falar em ciúmes. E garanto-vos, foi ridículo! Observei, gradualmente, a pessoa a perder controlo sobre sim mesma, a expressar-se de um modo curioso, a deixar uma nudez explícita nos seus sentimentos. Apesar de tudo tornou-se real, viva, os olhos entorpecidos de raiva. Gostei de ver.
Já agora, eu também sou ciumenta. Sim e competitiva. Sim e egoíta. Porque isto de nunca dizer os próprios defeitos tem muito que se lhe diga.
Hoje, ouvi falar em ciúmes. E garanto-vos, foi ridículo! Observei, gradualmente, a pessoa a perder controlo sobre sim mesma, a expressar-se de um modo curioso, a deixar uma nudez explícita nos seus sentimentos. Apesar de tudo tornou-se real, viva, os olhos entorpecidos de raiva. Gostei de ver.
Já agora, eu também sou ciumenta. Sim e competitiva. Sim e egoíta. Porque isto de nunca dizer os próprios defeitos tem muito que se lhe diga.
Tuesday, January 26, 2010
Línguas
Vou estagiar no próximo mês. Pediram-me que aprendesse, para além das línguas que já sei, Italiano, Francês e Espanhol.
Aqui estou eu, agarrada a livros e cds a repetir para o computador palavras estranhas, que aposto que ele não entende.
Às vezes, tenho exactamente a mesma sensação quando falo com algumas pessoas. Mesmo em português.
Aqui estou eu, agarrada a livros e cds a repetir para o computador palavras estranhas, que aposto que ele não entende.
Às vezes, tenho exactamente a mesma sensação quando falo com algumas pessoas. Mesmo em português.
Monday, January 25, 2010
A rotina não existe.
Ontem fui à estação rodoviária de Viseu. Foi estranho estar naquele mesmo local à espera de um autocarro, desta vez, não o meu. É um misto de sensações indecifráveis. Pode chamar-se nostalgia. Encarno num saudosismo inusitado. Recordo vagamente o primeiro ano, a excitação e o medo confundidos entre si provocando um efeito próprio, único. O tempo passou, levou experiências, troxe responsabilidades em troca. Hoje, só um acaso como o de hoje, me levam à mesma estação.
São os acasos que foram outrora rotinas.
Em desintoxiação: atolada de açucar.
São os acasos que foram outrora rotinas.
Em desintoxiação: atolada de açucar.
Sunday, January 24, 2010
Domingo de manhã
Quando não temos absolutamente nada, acabamos por criar uma ligação com a coisa mais insignificante. Apenas sobrevivemos ligados. Não suportamos a solidão. Tememos os momentos que passamos sozinhos e procuramos desenfreadamente estar junto de alguém ou, simplesmente, de alguma coisa.
Por mais sozinho que alguém se encontre, vai sempre criar uma ligação, para que possa sofrer por ela, temer por ela, sentir por ela, falar...rir...chorar com ela.
Domingo de manhã.
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