Saturday, March 31, 2007

Amizade


Começar do Zero.
Quando encontrarem alguém que se ajuste a vocês...guardem-no com todas as forças.
Os amigos são escassos. A sinceridade escorrega pelas nossas mãos gordurosas. Sujas.
São poucas as pessoas que vamos sentir que nos percebem, não vale a pena desperdiçar essa oportunidade. Temos que tentar com todas as forças mantê-la ali, ao nosso lado.
Se não o fizermos, corremos o risco de nos sentir sozinhos, vazios, rodeados de corpos fracos e sem vida. Corremos o risco de perder a vontade de sorrir.


Aos meus amigos.
Aqueles que sei que se ajustam a mim, que têm partes de mim. Obrigada.


Quarto: falta de coragem


/eu própria

Friday, March 30, 2007

Ingenuidade


Como vou fazer para que repares em mim?
Será que não queres mesmo, é isso?
Tenho vontade de te abraçar, abraçar com tanta, mas tanta força. Fazer-te doer o corpo. Queria mostrar-te que podes ser feliz, sei que me vês como uma pessoa que eu não sou. NÃO SOU! Eu só quero mostrar-te que te adoro, só quero fugir contigo do mundo inteiro e mostrar-te o que o nosso mundo tem de melhor.
Queria ter-te aqui. Aqui. Comigo. Ter-te aqui uma só vez. Dizer que te adoro, assim baixinho ao ouvido. Vês-me como uma pessoa importante, porque não podes amar-me também? Porque tenho um passado que conheces?
Escrevo o teu nome aos poucos. Devagarinho. Com medo... espero que percebas...

Mas talvez não...

Ingénuo como sempre.

Adoro-te tanto. Tenho tanta vontade de te gritar isto.


Terceiro: D



/eu própria

Friday, March 23, 2007

Manias


Tenho a mania:

- de mexer os pés até adormecer
- morder as canetas todas
- mexer no cabelo quando falo com pessoas que não conheço
- rir alto
- lamber as tampas do iogurte
- ficar com as colheres dos Mc Flurry na boca muito tempo
- adormecer no sofá
- fazer balões com as pastilhas e rebentá-los com a mão
- fazer "beicinho" nas fotos
- morder o lábio
- dormir de "barriga para baixo"

- pensar horas e horas em ti sem me cansar

Sou uma menina de manias.
E quando eu decido uma coisa, não desisto!
Dizes o que sentes, eu ouço com um sorriso nem que essas tuas palavras me façam suster a respiração, nem que me façam pensar em como és ingénuo.
Não desisto...tenho tempo.



Segundo: R




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/eu própria

Tuesday, March 20, 2007

Why are you so addicted?




Não posso dizer...


(qualquer dia perco o bom senso e digo tudo de uma vez, depois quero ver a tua cara)

Primeiro : O


/eu própria

Sunday, March 18, 2007

Ingenuidade e Estupidez


Será que tenho que te gritar aos ouvidos, gritar tanto que a minha voz estridente te faça doer, ferir a alma, gritar até fechares os olhos, até não aguentares a minha voz e as palavras que insistes em não perceber.
Será que tenho que sair por aí insana. LOUCA. Sair por aí e escrever em todas as paredes com cores berrantes (talvez a tua preferida. Talvez.). Escrever de uma vez por todas, escrever em letras bem desenhadas como as que aprendi na primária, escrever sem rodeios, de forma a que percebas.
Será que tenho que entrar na tua casa, deixar-te papelinhos amarelos por todo o lado. Deixar notas no frigorífico ou à entrada.
Será que tenho que repetir a mesma coisa horas a horas até que te fartes de me ouvir e digas “já chega, já percebi”!
Será que tenho que gritar o teu nome para que saibas de uma vez que é o teu que eu quero.
Será que tenho que escrever nas árvores. Pegar numa faca e cravar o teu nome junto do meu. Escolher todas as árvores e deixar bem simples em todas que é a ti que eu quero.
Será que tenho de te perseguir, conhecer os teus passos todos. Conhecer-te melhor a ti. Saber onde vais, o que queres, saber com quem andas, saber com quem sonhas, o que te faz sorrir, porque choras às vezes, porque tens pequenas manias que não me queres explicar. Talvez assim, talvez se te souber de cor, talvez se te conhecer profundamente, se te explorar ao mais íntimo tu repares em mim.
Será que tenho que ser irritante, encher a tua caixa de mensagens, enviar mil emails por dia, fazer-te centenas de telefonemas e colocar em todos apenas as palavras certas.
Será que só escrevendo no final deste texto o teu nome com letras tamanho gigante a vermelho forte, o teu nome todo. Com todas as letras.
Será que tu não sabes mesmo. Será que sabes e não te dá jeito dizer que sabes. Será que não queres mesmo saber. É o quê? (Ingenuidade ou Estupidez?)

Será?

(será que vou ter coragem para alguma dessas coisas? Ou vou esperar assim? Calmamente. Até eu me esquecer)



/eu própria

Saturday, March 17, 2007

Sonho VS Realidade


Acho que de tanto pensar, de tanto sonhar com outras coisas, num outro mundo...acho que de tanto imaginar que sou eu própria e não isto em que me tornei, deixei de perceber o que é real e não.


Já não sei se sonho ou se vivo...








/eu própria

Saturday, March 10, 2007

...



Sem Rumo


Não sei se te hei-de dizer, é preciso mesmo explicar tudinho?
Não há paciência!


/eu própria






Tuesday, March 06, 2007

Homenagem ao Amor Verdadeiro


Parece que nem existiu. Verdadeiro. Apagado agora.
Nem sei como aconteceu, como se esquece assim...como se finge esquecer (por favor, diz-me que finges, diz-me que te forças a apagar-me da tua vida, diz-me que te obrigaram a tirar-me da tua vida, que não foste tu que desejaste assim).
“Histórias de criança”, quantas vezes ouvimos estas frase? Quantas vezes nos rimos nós dela por sabermos que não era assim. Que não tinha que ser assim.
Promessas. Tantas Promessas. Promessas de amor eterno, amizade sem fim. Promessas de carinho como e onde quer que estivéssemos, separados por não importa quantos milhares de quilómetros, proibidos pelo mundo inteiro. Nem assim. Não chegou, nunca chega.
5 Anos. São 5 Anos de amor. De partilha, especialmente. 5 Anos que agora não parecem sequer ter existido.
Se dói? Não. Não sinto falta. Não custa estar sem ti. Não custa não sentir sequer uma réstia de amor. Não sobrou nada. Apetece-me rir às gargalhadas e desatar num choro profundo logo a seguir.
Às vezes chego a achar que não fui eu que vivi toda aquela história, não posso ter sido eu a passar esses 5 anos ao teu lado e hoje. HOJE. não saber onde estás, é verdade, nem sei onde estás agora.
Se te vir, será que te reconheço?
Sabes o que mais me custa? Saber que estas palavras jamais chegarão até ti. Pergunto-me se te davas ao trabalho de ler. Lembraste quando passavas aquelas tardes de sábado ao meu lado, a pedir-me ao ouvido para escrever para ti? Dizias que eu tinha um jeitinho especial com as palavras. As mesmas que não te interessa ler Hoje.
Não sei porque penso nisto tudo agora, a verdade é que não tenho pensado em ti, em nós...é como te digo, parece que nem aconteceu, que nem existiu. Hoje parece-me irrelevante mencionar o teu nome.
Não recordo mais aquela menina que se vestia de princesa. (a tua)
Não recordo (porque não é importante) as milhares de loucuras, os momentos em que fugiamos de todos para estar aqueles 5 segundos juntos, aqueles em me abraçavas tão mas tão apertado que me fazias desatar a rir. Adoravas ver-me sorrir.
Não recordo as horas que passávamos ao telefone, sentada no chão a contar disparates, ouvia-te cantar, lia para ti, riamos, chorávamos...sempre que nos impediam de estar juntos (como tantas e tantas vezes aconteceu) esse era o nosso refúgio.
Não recordo, e agora está finalmente a doer recordar...Hoje, tenho consciência que as coisas mudam tanto. Que as pessoas se deitam fora como objectos descartáveis. Hoje lamento isso, lamento ser uma dessas pessoas que deixou assim uma história para trás. Não Nuno, não lamento o Amor que ambos não suportámos mais, lamento a nossa amizade, lamento aquilo que pensámos ter criado e onde falhámos por completo.
E ainda agora acho que se pegar no telemóvel e te ligar tu vais atender do outro lado, com a mesma voz, a mesma calma...vais dizer-me que está tudo bem e que também não suportas este teatrinho que mantemos há um ano. Nuno, faz agora um ano. E um ano...é demasiado tempo.
Gostava, onde quer que estejas, que lesses...mas lembro Hoje que não te conheço, que nem o teu número tenho...que não tenho nada que nos ligue. Nada a não ser passar tantas vezes pela tua casa, viver com as tuas coisas à minha volta, coisas que mantenho exactamente nos mesmo sítios, com o mesmo orgulho que me dizias também sentir, orgulho em ter construído algo como o que tivemos. (ainda dói usar o passado).
Podia estar dias a escrever-te...a escrever-nos aqui num papel, deixar em palavras bem fortes o que fomos. Mas sinto que não vale a pena. Sinto que ninguém quer saber, nem mesmo os protagonistas. Ouço agora a mesma música de sempre. A mesma. Leio as mesmas palavras que já estão a perder a cor. E por uns momentos, ainda que muito muito curtos...Parece-me tudo bem.

“Para sempre, porque nada nunca Andreia, mesmo que te digam (porque vão mentir-te) vai apagar-nos. Nada Andreia, nem mesmo este final horrível. Aqui, num outro mundo. És tu”

Quando não sei para onde me virar, quando o meu coração se agita com alguém, era contigo que eu queria falar. Contigo. E não pertences mais a este mundo.



/eu própria

Um vez, calcei uns sapatos de salto alto, estavas do outro lado da linha, era ainda tão miúda. Desfilei com eles uns momentos, a ouvir o som que faziam no mosaico da sala. Imaginava como seria um dia.

Monday, March 05, 2007

Sweet Love



Aqueles amores.
Amores pequeninos. Inocentes. Doces. Ingénuos. Frágeis.
Amores de sorrisos. Sim, porque são esses os amores que dão vontade de sorrir a toda a hora por aí.
Sorrir porque estamos a aprender a amar alguém. Porque o nosso amor é pequenino.
Os amores assim são deliciosos, são o melhor que podemos oferecer a alguém.




/eu própria